Na reunião da comissão, o deputado Hermano Morais (PMDB), relator do pedido de impeachment, explicou que, na denúncia, não estavam comprovados atos de improbidade administrativa e que justificassem, legalmente, o impeachment da governadora. O entendimento foi acompanhado pelos deputados Agnelo Alves (PDT), Getúlio Rego (DEM) e Ezequiel Ferreira (PMDB). Kelps Lima (Solidariedade) foi o único contrário, justificando que seria necessário ampliar a discussão sobre o pedido.
Ao contrário de algumas interpretações dadas inicialmente, segundo as quais essa rejeição da CCJ encerrava a tramitação do pedido, o processo agora retorna para a presidência da Assembleia. O presidente do legislativo estadual, Ricardo Motta, já informou que, com base no artigo 173 inciso 7 do regimento interno, vai submeter a decisão da CCJ ao plenário da AL. Ainda não há data para colocar este parecer em votação.
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