domingo, 31 de agosto de 2014

Veja a agenda dos candidatos ao governo do RN para esta segunda (1)

Confira a agenda desta segunda-feira (1) dos candidatos, listados em ordem alfabética, que disputam a eleição para o governo do Rio Grande do Norte.

Araken Farias (PSL)
9h – Participa da reunião do Fórum em Defesa da Saúde Pública do RN, na Procuradoria Geral de Justiça, em Natal.

Henrique Eduardo Alves (PMDB)
10h – Entrevista ao G1, na Inter TV Cabugi, depois viaja para Brasília, onde cumpre agenda institucional como presidente da Câmara dos Deputados.

Professor Robério Paulino (PSOL)
9h – Participa da reunião do Fórum em Defesa da Saúde Pública do RN, na Procuradoria Geral de Justiça, em Natal.

16h – Participa de reunião com equipe de coordenação da campanha.

Robinson Faria (PSD)
O candidato não enviou agenda.

Simone Dutra (PSTU)
6h30 – Participa de atividade de campanha nas proximidades do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal;

9h – Participa da reunião do Fórum em Defesa da Saúde Pública do RN, na Procuradoria Geral de Justiça, em Natal.

Fátima e Wilma estão empatadas na disputa pelo Senado, aponta Seta


A candidata Fátima Bezerra (PT) apresenta pequena vantagem em relação a Wilma de Faria (PSB) na disputa pelo Senado, aponta a pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). As duas estão numa situação de empate técnico. 

A petista tem 31,8% das intenções de voto na pergunta estimulada. A líder do PSB tem 28,3% das preferências.

Roberto Ronconi (PSL) aparece com 4,3%; a professora Ana Célia (PSTU) com 1,4%; e o professor Lailson Almeida (PSOL) com 0,9%.


Muitos eleitores se mostram indecisos ou com a intenção de anular o voto. Brancos e Nulos somaram 21,8%, e não respondeu 11,5%.

Espontânea
Na pesquisa espontânea, Fátima Bezerra abre vantagem de 5 pontos sobre Wilma. A petista tem 26,6% e a candidata do PSB aparece com 21,6%.

Roberto Ronconi é citado por 2,6% dos entrevistados do Seta; Ana Célia por 1,4%; e Lailson Almeida por 0,8%. Brancos e nulos somam 21,6%, e não respondeu 25,4%.


Rejeição
No quesito rejeição, Wilma de Faria é citada por 25,1% dos pesquisados. Fátima tem 18%; Roberto Ronconi é rejeitado por 11,9%; Ana Célia por 6,2%; e Lailson Almeida por 6,1%.

Brancos e nulos somam 17,2%, e não respondeu 15,5%.

A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

Henrique abre vantagem de 15 pontos sobre Robinson em todo RN, diz Seta


O candidato Henrique Eduardo Alves (PMDB) abre vantagem de 15 pontos percentuais em relação a Robinson Faria (PSD) na corrida pelo governo, aponta a última pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31) com eleitores de todo o Estado.

Segundo o Instituto Seta, Henrique Alves tem 39,7% das intenções de voto, seguido por Robinson com 24,1% das preferências na estimulada. Robério Paulino (PSOL) tem 2,6%; Simone Dutra (PSTU) aparece com 1,4%; e Araken Farias (PSL) com 0,6%.

Ainda é alto o número de eleitores indecisos ou que vão votar em branco ou anular o voto. Brancos e nulos somam 20,4%, e não respondeu somou 11,2%.

A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

Espontânea
Na pesquisa espontânea, Henrique Alves apresenta uma vantagem maior, de 17 pontos percentuais. O candidato do PMDB é citado por 35,3% dos entrevistados. Robinson Faria tem 18,3%.

Robério Paulino aparece com 1,8% das intenções de voto; Simone Dutra com 1,7%; e Araken Farias com 0,5%. 

Brancos e nulos somam 21%, e não respondeu ou não soube 21,4%.


Rejeição
Henrique Alves também lidera no quesito rejeição, com 23,6% das citações. Robinson Faria é o segundo mais rejeitado com 18,4%.

Robério Paulino é rejeitado por 10% dos entrevistados do Seta, Araken Farias por 8,3% e Simone Dutra por 7,2%. Brancos e nulos somam 16,6%, e não respondeu 16%.

sábado, 30 de agosto de 2014

Marina Silva (PSB) acena com correção de preços de gasolina e energia

“Corrigir os preços administrados que foram represados pelo governo atual”. Essa é uma das propostas da candidata à Presidência Marina Silva (PSB), líder nas pesquisas eleitorais ao lado da presidente Dilma (PT), que consta do seu programa de governo, apresentado ontem, em evento que reuniu a cúpula dos partidos da coligação Unidos pelo Brasil. Na prática, a promessa se traduzirá em aumento nos preços da gasolina e da energia elétrica, hoje controlados pelo governo. Marina, no entanto, não disse como e quando esses reajustes aconteceriam.

— O governo que está aí tem a responsabilidade de fazê-lo (ajuste de preços), se não fizer significa sofrer o que estamos sofrendo. Estamos procurando um caminho em que isso não provoque prejuízo à sociedade — disse Marina.

Em relação à possível elevação de preços, Marina garante que a medida não pressionaria a inflação, já que o governo terá metas fiscais rigorosas a serem cumpridas e auditadas por um Conselho de Responsabilidade Fiscal.

Inflação, aliás, é um dos temas no qual Marina se esquivou de promessas feitas pelo ex-cabeça de chapa, Eduardo Campos. Ele havia se comprometido em manter a meta de inflação em 4,5% em 2015; em 4% nos dois anos seguintes, e 3% no último ano de mandato. Marina se prometeu apenas a “trabalhar com metas de inflação críveis e respeitadas”. De modo vago, afirmou que trabalhará para a “convergência da inflação para o centro da meta atual”, que é de 4,5%.

O programa informa ainda que, se eleita, Marina planeja mandato fixo para o presidente do Banco Central e câmbio flutuante. E prometeu reforma tributária no primeiro mês de governo, para reduzir a carga de impostos, que atingiu 37% do PIB em 2013. Para dar lastros às suas propostas na área econômica, disse que tem “uma equipe de nomes altamente relevantes, representados pelo Eduardo Gianetti”. Mas se recusou a nomear seu futuro ministro da economia.

Polêmico, o programa ainda traz necessidade de investimento em energia nuclear, proposta desmentida horas depois pelo comando da campanha, com o argumento de que a política energética será realinhada com foco nas fontes renováveis e sustentáveis.

Marina defende a criminalização da homofobia, adoção por casais homossexuais, mais investimento em saúde, manutenção do programa Mais Médicos, construção de 4 milhões de moradias populares e passe livre para alunos de baixa renda no ensino fundamental ou em faculdades por meio do ProUni e Fies. Como antecipou O GLOBO, o pré-sal foi mesmo deixado de lado. É citado uma única vez, quando trata do repasse dos royalties para a educação.

— Sempre digo que o petróleo é um mal necessário em todo o planeta — diz ela, defendendo novamente políticas de energia renovável.

Com discurso mirando os municípios, a a candidata prometeu o aumento do fundo de participação dos municípios de 23,5% para 25,5%.
POLÍTICA DE ASSENTAMENTOS E NOVO PACTO FEDERATIVO
A candidata do PSB propõe ainda uma força tarefa para imediato assentamento de 85 mil famílias em zonas de conflito de reforma agrária, com a priorização de novos assentamentos próximas a cidades médias.

O programa prevê um novo pacto federativo ao propor um novo modelo constitucional de repartição de receitas tributárias a fim de garantir mais recursos e maior autonomia a estados e municípios. Além do aumento imediato de 23,5% para 25,5% nos recursos transferidos aos municípios pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

No setor econômico, a recuperação do tripé macroeconômico básico com a metas de inflação críveis e respeitadas, sem recorrer a controle de preços que possam gerar resultados artificiais. Outro objetivo é manter a taxa de câmbio livre, sem intervenção do Banco Central que se tornaria independe. O banco teria, ainda, mandato com tempo fixo para a presidência, ao contrário do que é hoje.

Contrariando o que pensa os evangélicos em geral, o programa de Marina prevê a aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia e “equipara a discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de gênero àquelas já previstas em lei para quem discrimina em razão de cor, etnia, nacionalidade e religião”.

Na área de direitos civis de homossexuais, o programa fala em garantir a união civil de pessoas do mesmo sexo, em eliminar obstáculos para a adoção de crianças por casais homoafetivos e em incluir o combate ao bullying, à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação, “desenvolvendo material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família”.

Outro ponto que pode causar polêmica diz respeito ao aborto. O programa de Marina prevê a consolidação de serviços de interrupção da gravidez conforme a legislação em vigor no Sistema Único de Saúde (SUS).

O “passe livre” para os estudantes, que levantou polêmica por não ter recursos garantidos, foi melhor detalhado no programa. A proposta é colocar o projeto em prática gradualmente, beneficiando, em primeiro lugar, os alunos de baixa renda não atendidos pelo transporte escolar gratuito e matriculados em escolas públicas de Educação Básica ou em cursos superiores por meio de programas como o Prouni e o Fies”, segundo o texto. A gratuidade será provida com programa de apoio financeiro a estados e municípios.

QUATRO MILHÕES DE CASAS E 150 KM DE VLTS
Na área de habitação, o programa de governo de Marina Silva prevê a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida, com a construção de 4 milhões de moradias até 2018, como já vinha sendo prometido por Eduardo Campos durante a campanha.

Também prevê a recuperação de áreas centrais degradadas nas metrópoles e o pagamento de aluguel social para famílias de baixa renda, o que permitiria que famílias pobres morassem mais perto dos centros.

Por fim, o plano de governo propõe o fim do instituto dos “terrenos de marinha”, o que acabaria com um imposto pago por quem mora em toda a costa brasileira.

Com relação a tratamento de resíduos sólidos, Marina propõe a implementação de coleta seletiva em todos os municípios brasileiros e estabelece a meta de 10% de lixo domiciliar reciclado em quatro anos. A cidade de São Paulo, a título de comparação, tenta atingir essa meta desde 2005 e ainda não conseguiu.

A candidata do PSB pretende implementar um programa que construa, em quatro anos, pelo menos mil quilômetros de corredores de ônibus (BRT) ou veículos leve sobre trilhos (VLT) em todas as cidades com mais de 200 mil habitantes, além de 150 quilômetros de trem e metrô nas regiões metropolitanas, embora não deixe claro quanto custaria a proposta.

A candidata propõe desoneração tributária e concessão de crédito como forma de viabilizar projetos que transfiram, gradativamente, polos geradores de empregos dos centros urbanos para áreas mais periféricas.

O combate à violência prevê um Plano Nacional de Redução de Homicídios, baseado no Pacto pela Vida, adotado pelo governo de Pernambuco, durante gestão de Eduardo Campos, e aumentar o efetivo da Polícia Federal em 50% ao longo de quatro anos. O programa aposta, ainda, criação de sites na internet que permitam o controle social sobre as políticas públicas de segurança. Esse tópico do programa fala, ainda, em "enfrentar o tráfico de drogas e as diferentes ordens de facções que organizam sua produção e distribuição no país, bem como desenvolver e apoiar estratégias de redução de danos aos usuários."

Na área da administração penitenciária, o programa se mostra contra o que chama de "encarceramento em massa" e propõe a adoção de penas alternativas, de acordo com os crimes.

Com relação aos direitos humanos, propõe o combate ao trabalho escravo e a adoção de um mecanismo de confisco de “todo e qualquer bem de valor econômico encontrado nas propriedades que sejam flagradas utilizando trabalho escravo e verificar a possibilidade de usar imóvel na reforma agrária ou em programas sociais”.

10% DO PIB PARA EDUCAÇÃO
No setor de Educação, Marina pretende acelerar a implementação do Plano Nacional da Educação (PNE), que prevê a destinação de 10% do PIB à educação. Nesse capítulo, ela tem uma contradição. Embora diga no programa que pretende tirar o protagonismo do Pré-Sal do seu governo, no plano de Educação a ex-senadora prevê aplicar os repasses à à educação de parcela dos royalties do petróleo das áreas já concedidas e das do Pré-Sal.

O programa do PSB pretende também priorizar a educação integral na Educação Básica, tornando-a Educação Integral como uma política de Estado. Sem citar números e nem necessidade de investimentos, o plano diz que o PSB pretende investir na infraestrutura das escolas e na construção de novas unidades, “já que muitas não têm condições físicas suficientes e adequadas para acomodar educação integral, priorizando a construção e a gestão de escolas sustentáveis”.

O programa propõe “refundar” a educação pública de qualidade para todos a partir de critérios de efetiva equidade social, "articulando as diferentes dimensões da educação - formal e não formal e informal - numa concepção de educação ao longo da vida".

O plano prevê garantir condições para o combate ao analfabetismo nos próximos anos a fim de alcançar a meta estipulada pela ONU de 6,7% e persistir na luta por sua erradicação. Fala também em “avançar na superação do analfabetismo funcional, estabelecendo-se a meta de reduzi-lo drasticamente em quatro anos”.

Pretende também criar creches públicas para cumprir as metas do PNE, promovendo as condições efetivas de construção nos municípios e formação de convênios com entidades privadas.

No setor de cultura, o plano de Marina Silva pretende aumentar o Orçamento direto do Ministério da Cultura a partir do primeiro ano do governo e constituir um instituto responsável pela mensuração do PIB da cultura e por um banco de dados dinâmico, referente à produção e à circulação artístico-cultural nas diversas cadeias produtivas e regiões. Pretende também aumentar o valor repassado a cada Ponto de Cultura, que em 2014 tinha um valor de R$ 60 mil. Objetiva também estimular o funcionamento de museus, arquivos, bibliotecas e novas formas de preservação da memória material e imaterial.

Marina propõe também reestruturar a Ancine e agilizar uma nova Lei Federal de Incentivo Fiscal à Cultura.

No capítulo de Esportes, pretende preparar o país para as Olimpíadas, criando programas para apoiar municípios na disseminação das modalidades de esportes e as habilidades e valores que criam em diferentes espaços públicos (praças, parques e clubes). O plano de Marina prevê ainda criar um comitê interministerial para articulação de programas e projetos voltados ao Esporte que envolva, no mínimo, os ministérios do Esporte, do Planejamento, de Educação, da Saúde e de Cidades e conte com a participação da sociedade civil. Pretende também desburocratizar a Lei de Incentivo ao Esporte.

O documento do PSB prevê ainda ampliar os investimentos públicos no setor de Ciência e Tecnologia, para alcançar nos próximos anos 2% do PIB. Nesse segmento, o governo de Marina pretende preservar o que restou da Mata Atlântica, e aprofundar o conhecimento científico da Amazônia, pesquisando e viabilizando novas potencialidades regionais, tais como serviços ambientais e energia solar. Objetiva ainda promover a universalização a inclusão digital e o acesso público à Banda Larga.

LUTA CONTA A POBREZA
No segmento das políticas sociais, o programa mantém as conquistas sociais do governo do PT e decide “transformar o Programa Bolsa-Família em política pública de Estado”, “assegurando sua continuidade mesmo com as alternâncias de governo”. O plano de Marina prevê também incluir no Bolsa-Família todas as famílias cujo perfil preencha os critérios do programa, estimadas hoje em 10 milhões. Pretende “envolver” a sociedade na luta contra a pobreza também pela via do empreendedorismo, por meio de projetos de educação, capacitação e orientação empresarial.

No setor da Saúde, o programa de Marina estima implementar gradualmente ao longo de quatro anos a proposta do projeto de lei da iniciativa popular de vincular 10% da Receita Corrente Bruta da União ao financiamento das ações de saúde.

Sem dizer de onde vem o dinheiro, o plano estima construir 100 novos hospitais e 50 maternidades. Estima ainda aumentar os investimentos na Atenção Básica para, no mínimo, 30% do Orçamento da saúde. Fala em reformular o atual modelo de gestão do SUS e ampliar o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas em nenhum dos casos fala como isso se dará. O programa não fala em acabar o programa Mais Médicos e diz que pretende assegurar a "fixação dos profissionais da saúde em todos os municípios brasileiros, notadamente nos mais distantes dos grandes centros urbanos".


O Globo

Liminar define horários de shows da FINECAP 2014

As atrações musicais noturnas da Feira Intermunicipal de Negócios, Educação, Cultura e Turismo do Alto-Oeste Potiguar (FINECAP) podem se apresentar até às 4h. A decisão foi da juíza da 1ª Vara Cível da Comarca de Pau dos Ferros, Ana Orgette de Souza Fernandes Vieira, publicada ontem, 29.

A definição do término da programação diária do evento negou a ação civil pública proposta pelo Ministério Público Estadual, a qual pedia à Justiça um horário limite de meia-noite, ou, subsidiariamente, 2h para o encerramento dos shows.

Segundo a liminar, apenas no dia 4 de setembro a programação deve ser realizada até à meia-noite, já nos dias 5 e 6 a festa acontece até às 4h. A juíza ainda deferiu, parcialmente, o horário das 4h para o término das apresentações musicais do dia 7 de setembro.

Diz o documento: “As partes [Ministério Público e município de Pau dos Ferros], nessa audiência de conciliação prévia requerida pelo MP, acordaram quanto ao horário de término da festa em seus primeiros três dias... Com relação a esse pacto celebrado entre as partes, bem representadas, o Juízo restringe-se a homologá-lo.”

Dessa forma, os pau-ferrenses e turistas que chegarem à cidade para prestigiar a Finecap deste ano irão curtir seis horas de shows, uma vez que estes estão previstos para começar às 22h. O entretenimento e lazer, algumas das propostas da feira, não serão, portanto, prejudicados.



Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões neste sábado

O sorteio do concurso 1.631 da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (30), pode pagar R$ 38 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado em Pelotas (RS), a partir das 20h (de Brasília).

De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), com o valor do prêmio, o ganhador poderá comprar 23 imóveis no valor de R$ 1,6 milhão cada ou uma frota de 292 carros de luxo. Se quiser investir, aplicando o prêmio de R$ 38 milhões na poupança, poderá receber mensalmente cerca de R$ 223,5 mil, o equivalente a cerca de R$ 7,5 mil por dia.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%

Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.


Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Marina Silva (PSB): 34%
- Aécio Neves (PSDB): 15%
- Pastor Everaldo (PSC): 2%
- José Maria (PSTU): 0% *
- Eduardo Jorge (PV): 0% *
- Luciana Genro (PSOL): 0% *
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0% *
- Eymael (PSDC): 0% *
- Levy Fidelix (PRTB): 0% *
- Mauro Iasi (PCB): 0% *
- Brancos/nulos/nenhum: 8%
- Não sabe: 9%

(*) Os candidatos indicados com 0% são os que não atingiram 1% das intenções de voto; somados, os sete têm 1%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff: 27%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Não sabe: 32%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:
- Marina Silva: 50%
- Dilma Rousseff: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 3%
- Dilma Roussef: 48%
- Aécio Neves: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 4%

O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

- Dilma Roussef: 35%
- Pastor Everaldo: 23%
- Aécio Neves: 22%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 17%
- Levy Fidelix: 17%
- Rui Costa Pimenta: 16%
- Luciana Genro: 15%
- Marina Silva: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 14%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 35% dos entrevistados – no levantamento anterior, eram 38%. O índice se refere aos entrevistados que classificaram o governo como "ótimo" ou "bom".

Os que julgam o governo "ruim" ou "péssimo" eram eram 23% e agora são 26%, segundo o Datafolha. Para 39%, o governo é "regular" – 38% no levantamento anterior.

- Ótimo/bom: 35%
- Regular: 39%
- Ruim/péssimo: 26%
- Não sabe: 1%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 5,9 – na pesquisa anterior, foi 6,0.




Getúlio Rêgo recebe o apoio da ex-prefeita de Mossoró, Cláudia Regina

Nesta Quinta-feira, 28, o Deputado Estadual e candidato a reeleição, Getúlio Rêgo, recebeu, de forma oficial, o apoio da ex-prefeita de Mossoró, Cláudia Regina, para as eleições em 2014.

Getúlio Rêgo participou de uma programação especial que marcou a celebração ao aniversário da ex-prefeita mossoroense, que contou com a visita a uma empresa instalada em Mossoró, fruto da articulação de Cláudia Regina e que atualmente gera mais de 2 mil empregos.

Ainda dentro desta programação, ao lado do Deputado Federal, Felipe Maia e o ex-prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo, Getúlio e Cláudia participaram de um encontro com o Reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, UERN, Pedro Fernandes.

As redações dos jornais De Fato e Gazeta do Oeste também foram visitadas por toda a comitiva que, logo após, foram participar de uma celebração em louvor do aniversário da ex-gestora mossoroense.

Cláudia Regina destacou que por toda a sua trajetória política, por seu compromisso com a saúde e respeito aos seus eleitores, tinha a certeza que Getúlio Rêgo era o melhor nome a ser apoiado por ela.


“Getúlio é médico, conhece as necessidades da nossa gente e se compromete a lutar por melhorias na saúde pública de Mossoró, nele eu confio, nele eu voto” afirmou Cláudia Regina. 

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Município lança programa ‘Mais Saúde’ nesta sexta

Pensando em uma vida mais saudável para a população de Pau dos Ferros, a prefeitura municipal irá lançar hoje, 29, às 17h, na Praça de Eventos Nossa Senhora da Conceição, o programa “Mais Saúde”. Desenvolvido através da Secretária de Saúde, a ideia deseja promover a prática de atividades físicas, com orientações de profissionais da área.

O programa, prioritariamente voltado à preocupação com o bem-estar e qualidade de vida dos beneficiados, será realizado, conforme cronograma, de segunda a domingo, das 5h às 17h, em cinco espaços de lazer da cidade. Os polos de academia funcionarão na Praça de Eventos, Praça da Matriz e nas praças dos bairros Princesinha do Oeste, Manoel Domingos e São Geraldo.

Levando em consideração as particularidades, as metas do trabalho irão consistir na manutenção e recuperação da saúde dos pau-ferrenses. O treinamento físico norteará aspectos como a individualidade biológica, sobrecarga e interdependência volume-intensidade.

Sobre o Mais Saúde, destacou a secretária Patrícia Leite: “Entendemos que, ao corporificar esse projeto no atual contexto do município de Pau dos Ferros, estamos influenciando de forma significativa na promoção da saúde e consequente melhoria da qualidade de vida dos moradores.” 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Ibope/InterTV Cabugi: Henrique lidera para Governo, Wilma e Fátima tem empate técnico

A pesquisa Ibope/InterTV Cabugi divulgada nesta quinta-feira mostra o candidato a governador Henrique Eduardo Alves (PMDB) com 40% das intenções de votos. Em segundo lugar, com 28% da preferência, está Robinson Faria (PSD).

Robério Paulino (PSOL) e Simone Dutra (PSTU) empataram com 2% das intenções de voto. Já o candidato Araken Farias (PSL) tem 1% da preferência do eleitorado. O porcentual de entrevistados que afirmaram votar branco ou nulo ficou em 17%, enquanto os indecisos somam 10%.


Já para o senado, as candidatas Wilma de Faria (PSB) e Fátima Bezerra (PT) aparecem tecnicamente empatadas com 35% e 34% das intenções de voto, respectivamente. Os candidatos Roberto Roconi (PSL) e Ana Célia (PSTU) empataram com 2% da preferência, enquanto Professor Lailson (PSOL) tem 1%. O porcentual para brancos e nulos é de 17% e os indecisos somam 9%.


A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de agosto com 812 eleitores entrevistados em 40 cidades do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

TSE começa a julgar nesta terça ação que pede cassação da chapa Dilma-Temer

Os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começam a julgar na manhã desta terça-feira (4), a partir das 9h, a ação que pede ...