Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2) pelo jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tem a aprovação de 18% dos paulistanos, mesmo índice que tinha no último levantamento, realizado após o auge dos protestos, nos dias 27 e 28 de junho.
A administração do petista tem índices similares ao das gestões dos ex-prefeitos Gilberto Kassab (2007) e Celso Pitta (1997) ao fim do primeiro ano de mandato. Na ocasião, ambos eram aprovados por 15% dos paulistanos.
A pesquisa mostra ainda que o número de entrevistados que consideram o prefeito ruim ou péssimo oscilou um ponto percentual, de 40% para 39%. O índice dos que veem Haddad como regular subiu 5 pontos, passando de 35% para 40%.
O Datafolha ouviu 1.071 eleitores da capital na quinta (28) e sexta-feira (29). A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
A nota média dos paulistanos para o petista foi de 5,9 em março, passou para 5,4 no começo de junho, baixou para 4,3 três semanas depois e agora está em 4,4.
O pior desempenho de Haddad está entre os grupos de eleitores com renda familiar mensal de mais de 10 salários mínimos (13% consideram a gestão ótima ou boa, 40%, regular, e 47%, ruim ou péssima). A melhor avaliação está na faixa de 2 a 5 salários mínimos (19% consideram a administração ótima ou boa, 41% avaliam como regular, e 37%, ruim ou péssima).
Outras avaliações
José Serra (PSDB) teve a melhor aprovação entre os últimos seis prefeitos ao fim do primeiro ano de mandato. O tucano teve sua gestão aprovada por 41% dos paulistanos, em pesquisa realizada em 13 e 14 de dezembro de 1995. Os que a consideravam regular eram 35%. E 23% avaliaram a administração de Serra como ruim ou péssima.
A petista Marta Suplicy, atual ministra da Cultura, foi aprovada em 12 de dezembro de 2001 por 28% dos paulistanos. Outros 36% consideravam a gestão regular 36% e 34%, ruim ou péssima.
Ao fim do primeiro ano de mandato, Paulo Maluf (PP) teve sua gestão aprovada por 25% dos moradores da capital. Os que o consideravam regular eram 33%, e 41% o avaliaram como ruim ou péssimo. Essa pesquisa foi feita em 16 e 17 de dezembro de 1993.
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